Vilãs mais sexy – Top 5

Toda sexta-feira você encontra os melhores vídeos (nerds, picantes ou apenas toscos mesmo) na TV Punk Brega

E aí, você prefere a Mulher Gato vivida pela Michele Pfeiffer ou...

Tá com preguiça de assistir? A gente resume o Top 5 pra você:

3) Mística, X-Men
2) Elle Driver – a enfermeira, Kill Bill
1)  Mulher Gato, Batman

... a versão Halle Berry?

10 posts mais acessados de julho

É isso aí, molecada, apesar da nossa mudança de endereço tivemos um ótimo resultado de audiência em julho. Os posts mais acessados criados neste mês foram:

1)Milo Manara: Poeta Pornógrafo dos quadrinhos eróticos
Quando o post campeão não é de uma mulher com pouca roupa, ele é sobre um cara que desenha mulheres com pouca roupa…

2)Beth Ditto – Musas Rock ‘n’ Roll
E vejam que nossos leitores não tem preconceito com gordinhas, contanto que elas estejam com pouca roupa.

3)Breve história do rock de Penápolis (1985-2003)
Eis que os roqueiros do noroeste paulista marcam presença no Punk Brega!

4)Famosas Nuas – Poesia
E as mulheres com pouca roupa fazem sucesso até quando são tema de poesia.

5) Top 5: Gatas do Metal
Até quando elas tocam música pesada…

6)Jaimie Livingston – Photo of the Day: 1979 – 1997
Acabado o reinado da mulherada, o interessante projeto fotográfico de Jaimie Livingston garante seu lugar no ranking de julho.

7)Top 10: Bandas mais bizarras do metal
A coluna metal do amigo Diego Sanches marca mais uma posição com esse Top 10 bizarro

8) 10 posts  mais acessados de junho
Vocês gostam de uma listinha né? Será que foi a Pitty que garantiu 0 ranking do mês passado na oitava posição?

9)Bansky – Grafites e Murais
Os grafites do artista anônimo Bansky mostram que nossa coluna de quinta-feira está bombando!

10) O que “O Retrato de Dorian Gray” tem a ver com metrossexuais, colírios e o goleiro Bruno?

Aeee, pelo menos um postzinho intelectual para fazer pose!

12 maiores guitarristas mulheres do rock

postado originalmente 27 de Julho de 2010
Seleção interessante feita pelo site da revista Elle gringa com as mulheres que mais se destacaram no mundo das 6 cordas. A lista não está em formato de ranking e nem privilegia a técnica exageradamente apurada – tem garotas que detonaram nos mais diferentes estilos de rock ‘n’ roll.

Outras listas:
-Melhores guitarristas dos últimos 30 anos
-100 melhores guitarristas da história

Joan Jett 

Certo, Joan Jett ama rock ‘n’ roll e a gente ama ela e todas suas bandas (“Blackheart”, “Runaways”, etc)

 

Lita Ford

Se Jett representava o lado punk do “Runaways”, a guitarrista solo Lita Ford era o hard rock em pessoa. E continuou cada vez mais metal (com direito a dueto com Ozzy) em sua carreira solo.


Nancy Wilson (Heart)

Nancy Wilson ficou famosa tocando guitarra e violão no Heart, gravou discos solos e assinou a maior parte das trilhas sonoras dos filmes dirigidos pelo maridão Cameron Crowe (Sim, aquele cara sortudo de “Quase Famosos”).


Jennifer Batten

A virtuose Jennifer Batten acompanhou diversos artistas em turnê e estúdio. Mas não estamos falando de qualquer artistinha não, a loirona participou de shows com Michael Jackson e gravou com o guitar hero Jeff Beck.


Donita Sparks (L7)

Mulheres raivosas e com atitude atacaram a bunda molice do rock junto com o grunge nos anos 90. Donita estava a frente do L7, uma das melhores bandas dessa safra.
Kelley Deal (Breeders)

Como (quase) todo guitarrista de indie rock, o forte de Kelley Deal não é exatamente o virtuosismo. A irmã de Kim Deal, inclusive, demorou pra aprender a tocar guitarra e tornar-se a guitarrista solo do Breeders


Carrie Brownstein (Sleater-Kinney)

O Sleater-Kinney começou na esteira das rrriot girls e seu punk raivoso, mas aos poucos foi variando suas influências chegando a soar como o velho Led em algumas canções.


Poison Ivy (The Cramps)

A sexy Poison Ivy é a mãe do psychobilly, com sua guitarra frenética servindo de pano de fundo para as maluquices do marido Lux Interior, líder do The Cramps.

Ruyter Suys (Nashville Pussy)

Porrada sonora em mais um caso de marido cantando e mulher tocando. Sim, rockers, Ruyter Suys detona nos solos do Nashville Pussy – às vezes, só de lingerie…


The Great Kat

Tá com medinho da viúva negra aí em cima, ta, coração? Pois saiba que essa dominatrix, era “só” uma violonista clássica fudida até resolver virar estrela do trash metal virtuoso, metendo Beethoven no mundo da distorção.


Marnie Stern

Apesar do começo punk, Marnie Stern chamou atenção dos guitarristas do mundo com sua técnica de tapping, como vocês podem ver no vídeo acima. Hey, pare de babar! Foco na técnica!


Orianthi

Michael Jackson gostava de acrescentar solos virtuosos de belas guitarristas de hard rock ao seu som. Orianthi seria uma das estrelas da última turnê do astro, “This is It“. A australiana de origem grega também já tocou ao lado de feras como Santana e Steve Vai.

Veja também:
-Musas Rock n’ Roll: Joan Jett 

-Conheça as principais pin ups da história

Filmes mais violentos – Top 5

Roteiro e apresentação: Fred Di Giacomo.
Apuração: Revista Mundo Estranho

Tá com preguiça de assistir o vídeo? Ok, aí vai o ranking:

5)A Marca do Diabo
4)Assassinos por Natureza
3)Holocausto Canibal
2)A História de Rick
1)Kill Bill

Litros e litros de sangue pra fazer Tarantino feliz

5 sons pioneiros do rap nacional

O hip hop chegou no Brasil nos anos 80, numa transição do que era o black power dos anos 70, para o que seria o rap nacional. B.boys, MC’s e alguns grafiteiros se reuniam no centro de São Paulo, perto da estação São Bento para dançar e trocar ideia sobre música. Em 1988, André Jung e Nasi, da banda Ira!, produziram a coletânea “Hip Hop Cultura de Rua” para o selo Eldorado. Foi o disco que lançou Thaíde e DJ Hum(com “Corpo Fechado”) e Mc Jack(de “A minha banana”). Algum tempo depois, sairia “Consciência Black” estrelando Racionais Mc’s e sua “Pânico na Zona Sul”. Um dos primeiros hits do movimento foi a ingênua e dançante “Nome de menina” de Pepeu. Junto com nomes como Código 13 e Athaliba e a Firma, ele fazia o hip hop revezar crítica social com músicas dançantes e animadas. Nélson Triunfo era o grande nome do break e, nos anos 90, a cena cresceria muito com várias bandas gravando discos em todos os estados do Brasil, principalmente depois da forcinha dada pela estreia de Gabriel, o Pensador – um branco de classe média que ajudou a popularizar o som entre todas os grupos sociais.

Cada do crássico pioneiro do rap brasileiro

***

Quando eu fiz a lista dos 10 clássicos do rap nacional, meu critério foram músicas que foram importantes na época de seu lançamento, influenciaram outros grupos e ficaram na cabeça dos amantes do estilo até hoje. Mas faltaram alguns sons pioneiros, que hoje em dia não são mais tão lembrados, mas foram importantes por abrir caminho para tudo que veio depois. Desses, eu escolhi seis pra você curtir e relembrar. Aumente o som e divirta-se!

1)Nome de menina – Pepeu

2)Política – Athaliba e a Firma

3)Corpo Fechado – Thaíde e DJ Hum

4)A minha banana – Mc Jack

5)Pânico na Zona Sul – Racionais Mc’s

Bônus:
Ndee Naldinho merece estar em qualquer lista de pioneiros do hip hop, sua história com o rap começa nos anos 80, quando a cena surgiu no Brasil. Como nasci em 84, só comecei a escutar som de verdade nos anos 90, quando descobri “Melô da Lagartixa” numa fita cassete de um camarada. Não achei a data exata da música, por isso deixei ela como bônus aqui nessa lista de sons das antigas.

Melô da Largatixa – Ndee Naldinho

Maiores maconheiros da ficção – Top 5

Publicado originalmente em 27 de Junho de 2010

por Bárbara dos Anjos e Fred Di Giacomo

Enquanto na vida real, os políticos ficam passando a bola da questão da legalização uns pros outros, na ficção os artistas já resolveram que está tudo liberado. Proporcionalmente à diminuição da presença do tabaco nos filmes, séries e quadrinhos, a marijuana tem tomado a ponta das drogas mais populares, tornando-se o verdadeiro cigarrinho de artista. Fizemos esta lista baseada em filmes, séries, quadrinhos e livros, confiando em nossa memória e baseado em que nós podemos fazer quase tudo.

5) Capitão Améria e Billy The Kid, “Easy Rider” – cinema



O filme é fruto de uma viagem de Peter Fonda. E a gente pode dizer isso literalmente. O ator contou para o escritor Lee Hil no livro “Sem Destino” (Editora Rocco) que teve a ideia para o roteiro do longa em 1967, após fumar um baseado e olhar o cartaz de divulgação de “The Wild Angels” – longa sobre uma gangue de motoqueiros que ele atuou em 1966. Em Easy Rider, os personagens Capitão Améria e Billy The Kid cruzam os EUA de moto. Assim como o filme, o clima das gravações também foi totalmente hippie: o ator Jack Nicholson já revelou em entrevistas que na famosa “cena do mato” fumou cerca de cem (!!!) baseados. Easy Rider foi indicado ao Oscar de Melhor Roteiro Original em 1970. O enredo não ganhou o prêmio da Academia mas com certeza merece o título de filme mais maconheiro de todos os tempos.

4)Wood e Stock – Quadrinhos


Eles pediram carona, fumaram maconha, usaram sandálias de couro, fumaram maconha, tocaram rock ‘n’ roll, fumaram maconha e… envelheceram!(Mas continuam fumando…) Wood & Stock são uma versão nacional de Cheech & Chong, só que 30 anos mais velhos. Criados pelo quadrinista Angeli, a dupla de “eternos hippies carecas cabeludos” já queimou estoques quilométricos de “orégano” em tirinhas, álbuns de quadrinhos e no longa-metragem de animação “Wood & Stock – Sexo, óregano e rock ‘n’ roll”, que contou em sua trilha sonora com doidões da estirpe de Arnaldo Baptista, Rita Lee e Júpiter Maçã.

3) Eric, Fez, Kelso e Hyde, That’s 70 Show – Séries de TV

Como a própria Kitty, mãe da família Foreman disse: “Nosso porão parece Amsterdã”. Sim, a série retratava os anos 70, mas nunca se viu tanta gente chapada no horário nobre americano e nem por tanto tempo! Durante oito temporadas, a série retratou o dia-a-dia de um grupo de adolescentes em Wisconsin, EUA. Entre calças boca-de-sino, pôster das Panteras e uma trilha sonora cheia de rocks psicodélicos estilo The Who, Led Zeppelin e Stones, Eric Foreman e seus amigos ficaram boa parte dos oito anos da série no porão da sua casa, fumando muuuita maconha. As discussões chapadas sempre renderam cenas engraçadíssimas! Nunca teremos certeza, mas apostamos que a erva que eles fumavam na série era boa: afinal chegaram a dividir a roda com o legendário Tommy Chong, que fez participações especiais como o velho-hippie-malucao Leo.

-Personagens mais estúpidos dos desenhos animados

2) Fabulous Furry Freak Brothers – Quadrinhos

Os alucinados Freak Brothers são os Irmãos Marx da contracultura. E olha que quem soltou essa ideia foi ninguém menos que o gênio dos quadrinhos Alan Moore. Gerados no final dos anos 60, inspirados por filmes de humor preto e branco e pelo movimento hippie, os Freak Brothers foram um sucesso enfumaçado das HQs undergound americanas. Fat Freddy era o gordo laricado, Phineas uma versão freakie do Rolo de Maurício de Souza e Freewhelin ‘ Franklin o radical de esquerda que comandava o trio. A grande missão dos três era arrumar bagulho, escapar da polícia e, nas horas vagas, revolucionar o mundo.


1)Cheech & Chong – Cinema

Até o D2, mais notório maconheiro do Brasil já fez uma referencia a dupla que ficou em primeiro lugar no nosso ranking. Afinal, ele canta que “continua queimando tudo como Cheech e Chong”. Juntos, a dupla de atores Richard “Cheech” Marin e Tommy Chong fizeram dez filmes e devem ter fumado uma tonelada de maconha. Os longas viraram clássicos e os caras lançaram até dez álbuns com piadas e músicas. O primeiro dos filmes, “Queimando Tudo”, é de 1978 e foi dirigido por Lou Adler. Parte da programação da madrugada do SBT por muito tempo, mostra a dupla se conhecendo: Cheech é Pedro de Pacas um cantor latino e Chong Anthony “Man” um cara de classe média, que largou tudo pra tocar bateria. Juntos, eles curtem “ficar com olhos de chineses” fugindo da polícia num carro “embaçado”. Depois de 20 anos separados, eles lançaram em 2010 o documentário “Hey Watch This”, baseado na turnê Light Up America, show de stand up que eles estão apresentando pelos Estados Unidos. No caso de Cheech e Chong, a ficção se misturou com a vida real: os caras defendem a legalização da maconha, mas Chong deixa claro que largou a cannabis: “Fumei por 50 anos, mas parei quando fui preso [em 2003, por vender a droga pela Internet]. Na cadeia, me ofereciam maconha todos os dias, mas não fazia muito sentido desobedecer às leis atrás das grades. Virei quase um monge.” No caso de Cheech e Chong, parece que eles já queimaram tudo que tinham pra queimar.

Veja também:
-5 filmes mais violentos da história
-Mais listas legais!
-5 vilãs mais sexy do mundo 

Melhores bateristas do mundo – Lista da Rolling Stone

A Rolling Stone americana – talvez a mais influente revista de música da história – publicou essa lista com os melhores bateristas (sim de rock ‘n’ roll, como sempre) da história. Acho que é o único desses rankings grandes de “melhores” do rock que tem um brasileiro – o ex-Sepultura Igor Cavalera.

Tamanho é documento pra Neil Peart do Rush

Mais rankings:
– 10 melhores bateristas do Brasil
– Melhores bateristas de heavy metal

-Bateras da atualidade: 20 melhores bateristas dos últimos 25 anos

*Atualização (22/02/2012): Aproveitei o carnaval para inserir vídeos de solos dos 5 melhores bateristas da lista. Pra quem não conhece o trabalho dos caras, é legar dar uma conferida. Cliquem nos links acima e do final da lista, para mais rankings de música.

    • 1. Neil Peart (Rush)

    • 2. John Bonham (Led Zeppelin)

    • 3. Ginger Baker (Cream)

    • 4. Keith Moon (The Who)

    • 5. Terry Bozzio (Frank Zappa, Jeff Beck)

  • 6. Bill Bruford (Yes)
  • 7. Danny Carey (Tool)
  • 8. Mike Portnoy (Dream Theater)
  • 9. Ian Paice (Deep Purple)
  • 10. Carl Palmer (Emerson, Lake, & Palmer)
  • 11. Stewart Copeland (The Police)
  • 12. Dave Lombardo (Slayer)
  • 13. Steve Gadd (Steely Dan)
  • 14. Vinnie Colaiuta (Frank Zappa, Sting)
  • 15. Carter Beauford (Dave Matthews Band)
  • 16. Tim Alexander (Primus)
  • 17. Simon Phillips (Toto, Jeff Beck)
  • 18. Rod Morgenstein (Dixie Dregs, Winger)
  • 19. Matt Cameron (Soundgarden)
  • 20. Dennis Chambers (Santana)
  • 21. Chad Wackerman (Frank Zappa)
  • 22. Phil Collins (Genesis)
  • 23. Mitch Mitchell (Jimi Hendrix Experience)
  • 24. Virgil Donati (Planet X)
  • 25. Max Weinberg (E Street Band)
  • 26. Vinnie Paul (Pantera)
  • 27. Ansley Dunbar (Jeff Beck, Whitesnake)
  • 28. Mike Shrieve (Santana)
  • 29. David Garibaldi (Tower of Power)
  • 30. Steve Smith (Journey)
  • 31. Josh Freese (A Perfect Circle)
  • 32. Alex Van Halen (Van Halen)
  • 33. Billy Cobham (Mahavishnu Orchestra)
  • 34. Bill Ward (Black Sabbath)
  • 35. Alan White (Yes)
  • 36. Carmine Appice (Beck, Bogert & Appice, Vanilla Fudge)
  • 37. Stanton Moore (Galactic)
  • 38. Nicko McBrain (Iron Maiden)
  • 39. Scott Rockenfield (Queensryche)
  • 40. Hal Blaine (Elvis Presley, Beach Boys)
  • 41. Joey Jordison (Slipknot)
  • 42. Marco Minnemann (Weirdoz)
  • 43. Cozy Powell (Rainbow)
  • 44. Tommy Aldridge (Whitesnake)
  • 45. Chester Thompson (Santana)
  • 46. Morgan Agren (Frank Zappa)
  • 47. Jeff Porcaro (Toto)
  • 48. Dean Castronovo (Journey)
  • 49. Mike Giles (King Crimson)
  • 50. Jeff Campitelli (Joe Satriani)
  • 51. Nick Mason (Pink Floyd)
  • 52. Greg Bissonette (Joe Satriani, David Lee Roth)
  • 53. Ralph Humphrey (Mothers of Invention)
  • 54. Mike Bordin (Faith No More)
  • 55. Ringo Starr (The Beatles)
  • 56. Zak Starkey (The Who)
  • 57. Jon Theodore (The Mars Volta)
  • 58. Phil Ehart (Kansas)
  • 59. Clive Bunker (Jethro Tull)
  • 60. Jimmy Chamberlain (Smashing Pumpkins)
  • 61. Charlie Watts (The Rolling Stones)
  • 62. Lars Ulrich (Metallica)
  • 63. Brian Mantia (Primus)
  • 64. Mike Sus (Possessed)
  • 65. Jason Rullo (Symphony X)
  • 66. Dave Grohl (Nirvana, Scream)
  • 67. Pat Mastelotto (King Crimson)
  • 68. Mick Fleetwood (Fleetwood Mac)
  • 69. Raymond Herrera (Fear Factory)
  • 70. Brann Dailor (Mastodon)
  • 71. Matt McDonough (Mudvayne)
  • 72. Scott Travis (Judas Priest)
  • 73. Jack Irons (Red Hot Chili Peppers, Pearl Jam)
  • 74. Roger Taylor (Queen)
  • 75. Jose Pasillas (Incubus)
  • 76. Earl Palmer (session man)
  • 77. BJ Wilson (Procol Harum)
  • 78. Joey Kramer (Aerosmith)
  • 79. Gene Holgan (Death)
  • 80. Danny Seraphine (Chicago)
  • 81. Igor Cavalera(Sepultura)

    O único brasileiro na lista: Igor Cavalera

  • 82. Brian Downey (Thin Lizzy)
  • 83. Travis Barker (Blink 182)
  • 84. Taylor Hawkins (Foo Fighters)
  • 85. Nicholas Barker (Dimmu Borgir)
  • 86. Paul Bostaph (Slayer)
  • 87. Chad Smith (Red Hot Chili Peppers)
  • 88. Brad Wilk (Rage Against The Machine)
  • 89. Alan Gratzer (REO Speedwagon)
  • 90. Matt Sorum (Guns N’ Roses, Velvet Revolver)
  • 91. John Dolmayan (System of a Down)
  • 92. Chad Sexton (311)
  • 93. Mark Zonder (Fate’s Warning)
  • 94. Gary Husband (Level 42)
  • 95. John Densmore (The Doors)
  • 96. Jon Fishman (Phish)
  • 97. Al Jackson (MG’s)
  • 98. Jim Gordon (Derek and the Dominos)
  • 99. Dave Abbruzzese (Pearl Jam)
  • 100. Sean Kinney (Alice in Chains)

    Veja também:
  • -10 melhores bateristas do Brasil
    -10 melhores guitarristas dos últimos 10 anos
    -10 bandas clássicas do metal nacional
    -10 melhores baixistas do heavy metal
    -100 melhores guitarristas, segundo a Rolling Stone
    -100 melhores baixistas

5 discos injustiçados do rap nacional

Existem algumas unanimidades do hip hop nacional: mídia e fãs adoram Racionais Mc’s, todos respeitam a história doThaíde, Sabotage virou herói, etc. Nada contra, os três são excelentes artistas brasileiros, mas sempre senti um pouco de preconceito com as grupos que incorporaram elementos de rock ao seu som, ou contra MC’s que não tenham vindo diretamente das comunidades pobres. Por isso fiz a lista abaixo. Talvez, daqui uns anos, ela seja bem indexada no Google e gere polêmica. Muita gente pode reclamar: “Pô, o que esse cara entende de rap, deve ser mó playboy, etc.” A intenção aqui não é cagar regra, mas provocar reflexão e tentar resgatar discos bons que não seguem a cartilha do hip hop nacional clássico. Quem não tiver preconceito vai se surpreender.

-Mais listas
-Sabotage cantando a bela “Cabeça de Nêgo”

Faces do Subúrbio – Faces do Subúrbio

Lançado originalmente de forma independente, o disco de estreia dos recifenses do Faces do Subúrbio misturava não só o rock com rap, mas também embolada(ritmo tradicional brasileiro que lembra o hip hop), acrescentando pandeiros à pick up e guitarras. A banda teve bastante destaque na onda do Mangue Beat, mas nunca chegou a ser popular em São Paulo. É um bom disco pra quem se interessa pela fusão de hip hop com ritmos nacionais.

Ouça:Homens Fardados“, “Os Tais” e “P.P.O.R”
Eu tiro é onda – Marcelo D2


Seguindo na mistura de ritmos nativos com as batidas do rap, encontramos “Eu tiro é Onda”, primeiro álbum solo de D2 e pioneiro na mistura de hip hop com samba e bossa nova. “Pô, cara, mas D2 injustiçado?”, você pergunta. Obviamente o MC carioca fez muito sucesso com seu segundo álbum(“A procura da batida perfeita”), mas muita gente do hip hop mais tradicional ainda torce o nariz pro D2, tanto por seu som ser mais pop, quanto por ele ter um passado roqueiro/mainstream.

Ouça:1967“, “Samba de Primeira”, “Eu tive um sonho”
3)Cadeia Nacional – Pavilhão 9


Antes do fenômeno “Sobrevivendo no Inferno”, o Pavilhão 9 foi o grupo de rap mais comentado de São Paulo. Venderam 10.000 discos rapidamente, foram capa da Veja SP e contaram com a participação de Marcelo D2, Nação Zumbi e Sepultura em seu terceiro disco. O grupo se apresentava mascarado e se servia de fartas doses de rock pesado para compor seu som. O problema é que a aproximação com o rock os afastou dos puristas do hip hop, mas não os habilitou para o sucesso no mundo rock ‘n’ roll. Perdidos entre duas tribos, o grupo deixou essa pancada clássica para quem não se importa com rótulos.

Ouça: Mandando Bronca“, “Opalão Preto” e “Otários Fardados”.

4)Gabriel, o Pensador – Gabriel, o Pensador

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A importância do primeiro disco de Gabriel, o Pensador pro rap brasileiro é análoga ao surgimento dos Beastie Boys nos EUA: “Rapper branco de classe média, em um momento em que o hip hop era visto com preconceito pela sociedade, consegue destaque com o som negro e abre caminho para as grandes bandas do gênero”. É bobagem ficar menosprezando o trabalho do Pensador por sua classe social ou sua cor. Crítica, com rimas espertas e bases cruas, essa é uma das estreias mais impactantes da música brasileira e merecia ser respeitada como uma das boas bolachas do rap brasuca.

Ouça: “Lôraburra”, “Retrato de um Playboy”, “Tô Feliz(Matei o presidente)

5)Câmbio Negro – Câmbio Negro

Saída das quebradas de Ceilândia, a banda liderada pela voz grave de X teve uma trajetória parecida com o Pavilhão 9. Começaram fazendo hip hop tradicional com DJ e depois acrescentaram guitarra, baixo, bateria e influências de rock pesado. Além dos grooves de “Esse é meu país” e “Círculo Vicioso”, o disco conta com a sinistra “Um tipo acima de qualquer suspeita” sobre um tarado que ataca mulheres de todas as cidades até acabar na cadeia “chupando de todo mundo, chamando de meu bem”. Um dos melhores e mais criativos álbuns de rap nacional

Ouça: “Esse é meu país”, “Círculo Vicioso” e “Um tipo acima de qualquer suspeita“.

As 5 coroas mais enxutas – Top 5 Milfs

Hoje é sexta-feira, dia de vídeo em clima de azaração, paquera e Sérgio Reis cantando “não me interessa se ela é coroa, panela velha é que faz comida boa”. Aproveito abaixo um vídeo que produzi para a revista Mundo Estranho onde selecionávamos as MILFs mais gatas da época.

Monica Belluci abocanhou a segunda colocação numa disputa acirrada com...

5.Sophia Loren
4.Vera Fischer
3.Angela Vieira
2.Monica Bellucci
1.Sharon Stone

... a unanimidade loira Sharon Stone.

Assista também:
-5 musas dos quadrinhos
-Personagens mais chatos dos desenhos animados
-Piores penteados de jogadores de futebol

10 músicas clássicas do rap nacional

-Mais notícias de música
-Mano Brown fala sobre  Serra, Dilma, Lula e PCC

Primeira edição da revista “Pode crê”, de 1993, garimpada pelo blog “Olha onde a favela chegou”

 Sim, sim, dava pra fazer umas 3 listas com clássicos do rap nacional. A primeira poderia ser só com  as músicas do começo do movimento, de caras como Athaliba e a Firma, Pepeu e Ndee Naldinho. Outras poderiam trazer as que  fizeram mais sucesso ou com as que foram mais influentes. Eu não pretendo rabiscar nenhuma dessas. A ideia aqui não foi listar as melhores, mas 10 músicas que marcaram época e que são conhecidas(ou deveriam) por todo mundo que curte hip hop. A maioria delas conseguiu ultrapassar a barreira de gêneros e fez sucesso fora do mundo do rap também. Tentei equilibrar aquelas boas pra animar bailes, com outras mais preocupadas em passar uma mensagem.  Foquei no final dos anos 90 porque foi a época em que ouvi mais esse som, e é de lá que vem meu saudosismo com “um tempo bom que não volta nunca mais”.

-Outras listas

Diário de um detento – Racionais Mc’s
“Fim de semana no parque” foi uma das primeiras músicas dos Racionais que ouvi – no rádio mesmo – no meio dos anos 90. Eu era bem moleque e alguns anos depois eles estourariam com “Sobrevivendo no Inferno”. Ouvi esse disco diversas vezes, prestando atenção em cada detalhe das letras. “Diário de um detento” virou, provavelmente a música mais conhecida do rap nacional. Do playboy do colégio ao empacotador do supermercado, todo mundo sabia a letra de cor. Tem outras boas mais antigas(“Mulheres Vulgares”, “Hey Boy”, “Pânico na Zona Sul”), mas poucas marcaram tanto quanto esse relato do cotidiano no Carandiru.

Senhor Tempo Bom – Thaíde e DJ Hum
Muita gente acha que o grande clássico de Thaíde é “Corpo Fechado” que saiu  na coletânea “Hip Hop Cultura de Rua”, de 1988. Ela tem sua importância pioneira,  mas “Senhor tempo bom” se tornou um hino, uma homenagem funkeada aos clássicos black power que acabou se tornando, ela mesma, um clássico, animando bailes por todo o Brasil desde que foi lançada em 1996.


Rap é compromisso
– Sabotage
Infelizmente, Sabotage só lançou um disco em vida. Foi o suficiente para entrar pro pódio do hip hop nacional com uma cadência chapada nas rimas e influências de samba, chorinho e MPB que faziam a diferença em seus raps. Ao lado de “Respeito é pra quem tem” e “Um bom lugar”, “Rap é compromisso” é uma das melhores composições que Sabota deixou antes de ser assassinado.


Fogo na Bomba
– De Menos Crime
“Fogo na Bomba” ultrapassou os limites do rap, virou grito de guerra de maconheiros espalhados por todo Brasil, ganhou espaço em show de rock e foi um dos grandes hits de 1999. Ralando desde 1987 em São Mateus, os manos do De Menos Crime fizeram muita gente que nem curtia hip hop ter o refrão dessa música na ponta da língua. Pra quem gostar vale ouvir “Burguesia” e “A Bola do Mundo”


Tic Tac
– Doctors Mc’s
Tic Tac deve ter sido um dos clipes de rap mais exibidos no extinto Yo!,  da Mtv. Pra mim ela tem um puta gosto de nostalgia. O Doctors normalmente fazia um som mais animado, bom pra galera bater cabeça, mas foi nessa baladinha bem-humorada que os caras conseguiram criar um clássico maior que a própria banda.

Us mano e as mina – Xis
Outro megahit que ultapassou os limites do hip hop, “Us Mano e as mina” tinha a força de um refrão de torcida e fez a galera começar os anos 2000 cantando rap. Xis já estava na correria há anos, tocava a gravadora 4P com KL Jay, tinha passado pelo DMN e gravado “De Esquina”, com Dentinho. Mas foi na simplicidade divertida dessa faixa que ele encontrou o caminho pro sucesso.

O Trem – RZO
O RZO é respeitado por toda sua história, gravou diversas músicas, fez parcerias com artistas que vão de Charlie Brown Jr a Sabotage, passando pelo Instituto. A banda de Pirituba, revelou – também – o talento de Sabotage e Negra Li pro mundo. Mas pra mim, o grande momento dos caras é essa música, presente no disco “Todos são manos”, de 1999.

Cada um por sim – Sistema Negro
O Sistema Negro foi o responsável por colocar Campinas no mapa do rap. Em 1994, “Cada um por si” virou um clássico instântaneo das festas de hip hop – e do já citado Yo!. Diziam que o som dos caras era gangsta, mas as letras eram muito mais retrato e crítica da violência, do que a apologia que os rappers gringos faziam. Faz parte do disco “Ponto de Vista”.

Casa Cheia – Detentos do Rap
Antes de 509-E e outras bandas formadas na cadeia fazerem sucesso, o Detentos do Rap abriu caminho com “Apologia ao crime”, gravado em 1998 na Casa de Detenção de São Paulo. O disco vendeu 30.000 cópias e tornou o refrão “É o Carandiru está de casa cheia/Muito veneno no ar/ e muita droga na veia” um crássico.


De Esquina
– Dentinho e Xis
Em 1997, os rappers Dentinho e Xis(então no DMN) se juntaram pra gravar esse rap que fala sobre a paranoia da cocaína. A faixa foi produzida pelo Thaíde, abriu caminho pra carreira solo de Xis e ganhou até versão samba na voz da cantora Cássia Eller.

Veja também:
– 5 discos para quem quer começar a ouvir rap brasileiro
-5 músicas pioneiras do hip hop brasileiro
-5 discos injustiçados do rap nacional
-Sabotage cantando a bela “Cabeça de Nêgo”
-Leia mais sobre hip hop

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...