Robert Whitaker – Yesterday and Today

Quinta-feira, selecionamos trabalhos de artistas rock ‘n’ roll e novas caras para expor aqui.

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Robert Whitaker (1939- ) foi o fotógrafo britânico que clicou as clássicas e “malditas” fotos dos Beatles para a coletânea “Yesterday and Today” (1966).  Whitaker clicou os Beatles diversas vezes entre 1964 e 1966, e também foi fotógrafo de Mick Jagger e Cream. A inspiração para este trabalho foi a Pop Art e o surrealismo. O problema foi que os lojistas americanos ficaram indignados com a capa e a Capitol teve que retirar o disco das lojas, tornando-o uma das peças mais desejadas (e caras) do rock ‘n’ roll.

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Essa história você pode ver muito melhor contada pelo Ricardo Alexandre num vídeo superlegal que eu produzi pra Bizz em 2006.

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E o comentário tosco é: “Beatles mostram a linguiça para fã”. Beijos e até semana que vem!

-Bob Gruen e suas fotos de rockers
-O design grunge de Art Chantry

Bob Gruen – Rockers

Quinta-feira, destacamos umas fotinhos e ilustrações pra vocês descobrirem artistinhas maneiros

Bob Gruen (1945) é um dos fotógrafos de rock ‘n’ roll mais conhecidos do mundo. Seu livro Rockers (2007) é a coleção de retratos que todo fã de guitarras distorcidas quer ter na mesa da sala. O site oficial do nego tem trabalhos, biografia e toda informação adicional que você vai querer depois de ver essas fotinhos supimpas.

Maripê – Fotos rock ‘n’ roll

Toda quinta-feira nos publicamos os trabalhos de novos artistas e fotógrafos ou clássicos underground

-Veja mais fotos de Maripê no blog dela

1)Como  e quando você começou a fotografar?

Sempre fui fã de fotografia, e já na faculdade arriscava um clique ou outro, mas foi só no meu último ano que comecei a levar a sério. Minha prima tinha uma banda, Touching Lips, e meus primeiros cliques foram nos shows dela. Aí, entre as bandas dos amigos dos amigos dos amigos, conheci a Cyber-Jack, Condessa Safira, KiLLi e não parei de fotografar! Curti muito fotografar bandas, e até hoje tô nessa pegada.


2)Tem algum fotógrafo que te influenciou?
Sempre vi a fotografia como uma grande brincadeira, e sempre fui tentando fazer do meu clique o meu clique, sem “copiar” o estilo de ninguém, indo atrás dos ângulos e composições que eu achava interessante. Mas claro que existe uma certa influência do que vejo no que faço: sou fãzona assumida do Mark Seliger (autor de inúmeras capas de CD e das revistas Rolling Stones) e do David LaChapelle, e no claro, do Bob Gruen. Do cenário brasileiro, gosto muito do trabalho do Cesinha.

3)Como surgiu sua ligação com o Zona Punk? Fale um pouco sobre seu trabalho no site.
Na caruda, haha! Sou leitora do Zonapunk desde sempre, e quando algum amigo escrevia resenhas por lá, as vezes rolava de colocar minhas fotografias. Mas foi só em 2009 que entrei para a equipe oficial do site, como resenhista e fotógrafa, quando joguei a ideia de uma parceria do Zona Punk com o MaripêLab, meu blog. Sempre viajei muito para fotografar, tenho várias bandas amigas por aí e, numa das minhas viagens para BH, pensei em voltar com uma resenha dos shows! O Wlad – editor do ZP – topou e ampliou a proposta, me convidando para participar da equipe.
4)Qual é o melhor som para fotografar?
Essa é difícil! Acho que não existe um estilo de som melhor para fotografar, vai depender da intenção da fotografia.
Se é um show com um som mais parado, dá pra ficar prestando mais atenção nos detalhes, nas expressões dos músicos, fazer mais fotos detalhistas. Se o show já é mais pesado, num ambiente com luzes dançando a mil, dá pra pirar em fotos com zoom burst e light paiting (técnicas para tirar fotos brincando com o efeito da luz), capturar os movimentos mais rápidos com flash ou ampliar a foto, pegando a platéia e sentindo a vibe do show. De qualquer maneira, pode sair várias fotos boas, cada uma com sua energia, sua intenção!
Mas claro, sempre ajuda quando a banda é boa, quando o fotógrafo curte o estilo da música!

5)E pra fechar: tem alguma banda que você sempre sonhou clicar?
Nacional ou gringa? 🙂 Das nacionais, talvez a Pitty – sem contar as minhas fotos da virada cultural, eu estava muito longe! hehe! Sempre vejo fotos delas e são muito interessantes, porque ela brinca muito com o figurino, com as poses e com o público.
Lá de fora, sem dúvida alguma um show da Juliette Lewis! Além de eu amar o som de sua banda (desde os tempos de Juliette & The Licks), as caras, bocas e poses da Juliette são as melhores!

-Fotos ciberpunk de Wandeclayt
-Conheça o trabalho da fotógrafa Diane Arbus

Mais de 1600 discos com capa de nudez

Jimi Hendrix sabia o que era bom

Mais de 1600 capas de discos com fotos de peladões na capa. A maioria são mulheres tirando a roupa pra vender discos, mas tem uns marmanjos também, pra quem curte. Alguns discos e bandas tem a ver com a temática de sexo e sacanagem, apesar de em muitos casos o negócio é só chamar a atenção dos onanistas de plantão.
O linkzinho esperto eu achei perdido em algum blog da vida:
http://rateyourmusic.com/lists/list_view?list_id=6482&show=150&start=0

Nudez salva música ruim?

-Entrevista com o fotógrafo Wandeclayt e fotos de suas pin ups

Wandeclayt – Pin Ups + Entrevista

Fotógrafos, designers e ilustradores são as estrelas principais da nossa seção de quinta-feira

Um pin up estilo "clássico", by wandeclayt


1)Cara, você trabalhou com eletrônica de aviação e estudou física, certo?  Como começou a fotografar?
Na verdade ainda trabalho na aviação. Sou especialista em aviônica (eletrônica embarcada) na Força Aérea. A física veio como consequência da paixão pela ciência, particularmente pela astronomia, que foi minha porta de entrada para a fotografia. Meu primeiro interesse artístico foi o desenho, seguido da pintura. As imagens de artistas fantásticos como Boris Vallejo e Frank Frazetta eram uma inspiração constante, mas interesse e inspiração não bastam. Faltava talento com o lápis e os pincéis mesmo. Com a astronomia tive um avançado contato com as técnicas de fotografia e gradualmente fui largando o desenho e migrando para a fotografia artística. Tem essa parte técnica que comecei a aprender na astrofotografia, mas muito da linguagem que hoje uso na fotografia são herança do que estudei na pintura e no desenho. Há diferença na maneira como fotógrafos e desenhistas enxergam composição, cores, luz e sombra. Acho o meu olhar mais próximo da estética do desenho que da fotografia tradicional.

2)E o projeto do Bunker Media, como surgiu? Explique a proposta do trabalho de vocês
Sempre me incomodei com a maioria dos cursos de nu ou de fotografia sensual que via sendo oferecidos. Checando o portifolio dos professores o que eu encontrava era desalentador. E não entendia como alguém com um trabalho cafona e medíocre poderia ter algo de bom para compartilhar. Achava uma coisa desonesta, feita somente para tirar dinheiro do público. Mas para manter a atitude punk do faça-você-mesmo, em vez de reclamar me uni a Roberto Bordin, um experiente fotógrafo e professor de fotografia em uma universidade da cidade e montamos a escola de fotografia e estúdio fotográfico Bunker Media.

Além de oficinas de fotografia de nu, fetiche, pin-ups e sensual oferecemos cursos básicos de fotografia e outros workshops e cursos mais direcionados. Como estúdio seguimos também essa proposta do diferencial. Não queremos concorrer com outros estúdios, queremos fazer o que eles não fazem.

A bela Fernanda no clique de wandeclayt

3)Quais são suas principais influências/referências artísticas?

Na fotografia Helmut Newton, principalmente. Mas as principais
influências vieram do cinema, da arte e dos quadrinhos. Salvador Dali, René Margritte, Dave McKean, Boris Vallejo, Hajime Sorayama. O cinema expressionta alemão, o film noir americano e a fotografia dos filmes de Ridley Scott, Alien e Blade Runner, principalmente.

4)Além de fotografar, você também toca um zine e tinha uma banda, né? Fale
um pouco sobre seus projetos paralelos.

Em 97 montei o Aire’n Terre , um projeto de música Industrial e Synthpop com Aze von Helder, um amigo em Recife. Na época eu estava no interior de São Paulo, em uma escola da Aeronáutica. Pouco depois de formar a banda vim para o Rio Grande do Sul e Aze
mudou-se para Nova York. Mas essa separação teve pouco impacto na banda. Fomos pioneiros na utilização da internet como plataforma de composição e seguimos compondo e gravando à distância. Alguns anos mais tarde incluímos mais um membro na formação. A espanhola Morella van Ingen tornou-se nossa facção européia. Mas apesar de trabalharmos em estúdio como um trio, no palco o Aire’n Terre sempre foi uma one man band (as vezes
com participações de convidados). Reduzimos nosso ritmo de produção, mas ainda sigo me apresentando. Em 2010 subi aos palcos em Santa Maria, Porto Alegre e São Paulo. Até o final do ano devo tocar em Recife também.

Desde a adolescência escuto gêneros musicais sem muito espaço na mídia. Bandas alternativas e independentes dependem de uma imprensa alternativa e independente.
Antes da explosão dos blogs, os zines eram o único canal aberto. Mas além da música, a maior parte de meus interesse também cai longe do mainstream.

O zine Overclock é onde reúno todos esses interesses, ou pelo menos os que se agrupam ao redor da estética cyberpunk: literatura, música, cinema, quadrinhos, tecnologia. E mesmo
com todas as redes sociais e ferramentas de divulgação online, continuo lançando o Overclock como um zine impresso em papel. Um blog pode funcionar para alguém que já está buscando aquela informação. Mas um zine impresso é uma excelente ferramenta para levar informação a novos alvos.

5)Você pode indicar 5 filmes pra quem quer se iniciar na estética ciberpunk?
Talvez seja mais interessante incluir as referências literárias, o verdadeiro berço do cyberpunk. Neuromancer, de William Gibson, é a obra seminal do estilo. Gibson e Bruce Sterling são os pais do cyberpunk e acho que a obra destes dois é uma excelente introdução ao gênero. Recomendo também obras de autores nacionais. “Santa Clara Poltergeist”, de Fausto Fawcett, e “Os Dias da Peste”, de Fábio Fernandes, são uma boa amostra.

6)Pra encerrar: qual é sua pin up clássica favorita?
Aqui vou com a unanimidade. Bettie Page no passado. Dita von Teese no presente. E acrescento à lista as minhas modelos Fernanda, Zombina, Lilah e Leticia

 

Wandeclayt – Arte Ciberpunk

Quinta-feira selecionamos jovens artistas e clássicos underground em nosso vernissage punk

by Wandeclayt

 

Wandeclayt é fotógrafo, músico e ainda toca o zine Overclock. Suas fotos tem ecos ciberpunk, fetichistas e de pin ups. Ele também é um dos responsáveis pelo estúdio fotográfico/escola de fotografia Buker Media, de Santa Maria – RS.

Laranja Mecânica, by wandeclayt

As 5 coroas mais enxutas – Top 5 Milfs

Hoje é sexta-feira, dia de vídeo em clima de azaração, paquera e Sérgio Reis cantando “não me interessa se ela é coroa, panela velha é que faz comida boa”. Aproveito abaixo um vídeo que produzi para a revista Mundo Estranho onde selecionávamos as MILFs mais gatas da época.

Monica Belluci abocanhou a segunda colocação numa disputa acirrada com...

5.Sophia Loren
4.Vera Fischer
3.Angela Vieira
2.Monica Bellucci
1.Sharon Stone

... a unanimidade loira Sharon Stone.

Assista também:
-5 musas dos quadrinhos
-Personagens mais chatos dos desenhos animados
-Piores penteados de jogadores de futebol

Rita Cadillac – Musas Pin Ups

Rita Cadillac foi uma das pin ups brasileiras mais famosas e menos reconhecidas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rita Cadillac é a maior pin up do Brasil. Alguém duvida? Mesmo tendo feito carreira em ensaios sensuais, Vera Fisher, Xuxa e Sônia Braga seguiram outras carreiras de sucesso. Feiticeira e Tiazinha não duraram uma década. Algumas vedetes da era do Rádio foram esquecidas, mas, por uma série de motivos, Rita continuou. E sua carreira é relembrada agora no documentário “Rita Cadillac: A Lady do Povo”, de Toni Venturini.

Antes das fotos explícitas e dos filmes pornôs, Cadillac era dançarina, tirava fotos ingenuamente sensuais e estrelava pornochanchadas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cadillac tem uma história muito parecida com a de Bettie Page – maior pin up da história. Adolescentes simples, com um corpo cheio de curvas precoces, as duas foram vítimas de violência sexual ainda jovens. Rita foi violentada pelo próprio marido. Separada e sem dinheiro, utilizou os conhecimentos das aulas de dança para estrelar shows, nos quais aprendeu com a transformista Rogéria os segredos da sensualidade. Do posto de chacrete passou a estampar pôsteres e capas de revista, de onde não saiu até hoje. Deve ser uma das pin ups com mais anos de atividade da história. A sensualidade de Rita, a princípio, era implícita. Fotos eróticas, rebolado de maiô, pornochanchadas. Foi nos anos 2000, da geração de mulheres frutas, que a veterana Lady do Povo teve que se adaptar aos novos tempos de plástico. Siliconada, gravando filmes de sexo explícito, Rita chorou.

Veja também:
-Outras musas nuas do nosso blog

-Musas rock n’ roll
– Pin Ups clássicas em fotos vintage

Trailer: “Rita Cadillac, a Lady do Povo”

No currículo, a musa carrega o título de Rainha do Bumbum(o que no Brasil vale mais que o sobrenome Orleans e Bragança), os filmes “Aluga-se Moças”(assim mesmo com erro de português) “Asa Branca” e “Carandiru”, ensaios para revistas “Status” e “Sexy”, o hit thrash “É bom para o moral” e sucesso em presídios e garimpos. Uma carreira que merece admiração? Bom, merece respeito, e é respeito que a nossa pin up ganha no documentário de Toni Venturini.

Big Brother Brasil- Sabrina Sato e Grazi Massafera são as mais gatas do BBB

Bom, já que a maior audiência desse blog era para o post de “Vídeos do BBB”(que não tinha nada, só era uma piada pra dar audiência) , vamos colocar alguma coisa sobre o assunto aqui, abaixo você vai conferir o vídeo que produzi pra Mundo Estranho com as 5 mais gatas do BBB, mas – melhor  que isso – esse post foi uma boa desculpa pra postar as fotos de pin up que a Sabrina e a Grazi fizeram. E a gente adora pin ups, né?

Ui! Grazi no ensaio pra GQ

Mais fotos sexy de Grazi inspiradas nas antigas pin ups

No vídeo abaixo elegemos as 5 mais gatas do BBB

A narração é do vídeo é da Gabi Portilho e a produção da Gasolina Filmes.

Sabrina Sato encarna a pin up com franjinha e tudo

Franjinha da pin up oriental

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– Pin Ups clássicas em fotos vintage

Musas Pin Ups – Andressa Soares e o Funk da Mulher Melancia

Mulher Melancia ataca de pin up na capa da Playboy

A gordinha sexy Mulher Melancia gravou um funk! Sim, a nova bunda-sucesso agora quer ser cantora.

Ouçam o funk aqui e digam se não é um lixo total ou eu que sou chato… Vai dizer que essa banda aqui não soa até legalzinha depois que você ouve a pérola “Velocidade 6”

Não sabe quem é a Mulher Melancia? Assiste esse vídeo, então:


-Leila Lopes estrela filme pornô das Brasileirinhas!

Mulher Melancia "presta homenagem" às pin ups

*Atualização do post

Esse post foi escrito quando a Mulher Melancia ainda era só a dançarina do MC Créu. Nesses anos que se passaram ela foi capa da Playboy várias vezes, fez ensaio sensual em homenagem às pin ups, virou ícone feminino contra a ditadura da magreza e ainda foi a ÚNICA BRASILEIRA a aparecer no sensacional THE BIG BUTT BOOK da editora de livros de arte Taschen.

Pensando nisso, resolvi introduzir Andressa Soares na nossa grande galeria de pin ups. Cada país tem as musas que escolhe e acho que a fartura naif de Andressa combina bem com o estilo das antigas pin ups, não?

Confiram abaixo o talento da moça.

Andressa Soares, a Mulher Melancia, em foto publicada no The Big Butt Book

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-Musas rock n’ roll
– Pin Ups clássicas em fotos vintage

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