Rita Cadillac – Musas Pin Ups

Rita Cadillac foi uma das pin ups brasileiras mais famosas e menos reconhecidas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Rita Cadillac é a maior pin up do Brasil. Alguém duvida? Mesmo tendo feito carreira em ensaios sensuais, Vera Fisher, Xuxa e Sônia Braga seguiram outras carreiras de sucesso. Feiticeira e Tiazinha não duraram uma década. Algumas vedetes da era do Rádio foram esquecidas, mas, por uma série de motivos, Rita continuou. E sua carreira é relembrada agora no documentário “Rita Cadillac: A Lady do Povo”, de Toni Venturini.

Antes das fotos explícitas e dos filmes pornôs, Cadillac era dançarina, tirava fotos ingenuamente sensuais e estrelava pornochanchadas

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Cadillac tem uma história muito parecida com a de Bettie Page – maior pin up da história. Adolescentes simples, com um corpo cheio de curvas precoces, as duas foram vítimas de violência sexual ainda jovens. Rita foi violentada pelo próprio marido. Separada e sem dinheiro, utilizou os conhecimentos das aulas de dança para estrelar shows, nos quais aprendeu com a transformista Rogéria os segredos da sensualidade. Do posto de chacrete passou a estampar pôsteres e capas de revista, de onde não saiu até hoje. Deve ser uma das pin ups com mais anos de atividade da história. A sensualidade de Rita, a princípio, era implícita. Fotos eróticas, rebolado de maiô, pornochanchadas. Foi nos anos 2000, da geração de mulheres frutas, que a veterana Lady do Povo teve que se adaptar aos novos tempos de plástico. Siliconada, gravando filmes de sexo explícito, Rita chorou.

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Trailer: “Rita Cadillac, a Lady do Povo”

No currículo, a musa carrega o título de Rainha do Bumbum(o que no Brasil vale mais que o sobrenome Orleans e Bragança), os filmes “Aluga-se Moças”(assim mesmo com erro de português) “Asa Branca” e “Carandiru”, ensaios para revistas “Status” e “Sexy”, o hit thrash “É bom para o moral” e sucesso em presídios e garimpos. Uma carreira que merece admiração? Bom, merece respeito, e é respeito que a nossa pin up ganha no documentário de Toni Venturini.

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