Fotos de 7 pin ups que marcaram a história

Sim, pin ups! As modelos, atrizes e dançarinas cujas imagens sensuais (e cheias de curvas) exercem um forte atrativo na cultura pop. Vintage, retrô e – com o tempo – rock n’ roll, o estilo da primeira metade do século XX continua sempre na moda. Confira abaixo uma listinha com 7 pin ups famosas que marcaram a história com suas fotos sensuais e atitude sexy.

 1)Bettie Page (1923 – 2008)

Bettie Page foi modelo e atriz. A “rainha das curvas” é uma das pin ups mais famosas e influentes da história.
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2)Marilyn Monroe (1926 – 1962)

Atriz, modelo e mulher mais sexy do mundo.
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3)Dita Von Teese (1972 – )

Atriz, modelo e – principalmente – artista burlesca, famosa pela striptease numa taça de martini. Principal representante do estilo na atualidade
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4) Betty Grable (1916 – 1973)

Atriz e modelo, chegou a ser a atriz mais bem paga de Hollywood.
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5) Tempest Storm (1928 – )

Dançarina, stripper, atriz e uma das pioneiras do estilo burlesco. É, hoje, a mais velha stripper em atividade.
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6) Lili St Cyr (1918 – 1999)

Atriz, stripper, dançarina, modelo e dona de uma covinha de cair o queixo.

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7) Blaze Starr (1932 – )

Dançarina e modelo, foi uma das pioneiras do estilo burlesco que influenciou Dita Von Teese.
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– Mais musas do Punk Brega

 

Você me fez esquecer as pin ups.

Essa foi uma das últimas letras que escrevi pra minha banda de rock. Gosto dela, também,  assim estática na tela do computador.
-Aceita um trago de poesia rock “n” roll?

Bettie Page, a maior pin up da história.

Nem os discos de Bukowski
Nem os livros dos Ramones
Me ensinaram a ser um homem

Nem os tragos do meu pai
Nem as surras de conhaque
Me fizeram ser um homem

Foi você (foi você) que me fez (que me fez)
Esquecer as pin ups

Nem a mais suja da Augusta
Nem a mais santa guerrilheira
Foram mais mulher

Nem o pôster da revista
A enfermeira e a dentista
Foram mais mulher

Foi você (foi você) que me fez (que me fez)
Esquecer as pin ups

Bettie Page e Marilyn Monroe
Luz Del Fuego e Cadillac
Farão uma festa no céu
Uma festa

Enquanto Dita Von Teese
Faz striptease
Equanto Dita Von Teese
Tira a roupa…

-Quer ver mais fotos de pin ups? Clica aqui!

Publicado originalmente dia 20/11/2011

O final clássico da striptease de Dita Von Teese

 

Pin Up Laranja Mecânica nas fotos de @wandeclayt

Sabia decisão: unir dois ícones clássicos da cultura pop (O filme “Laranja Mecânica” e as curvilíneas pin ups) num ensaio sensual. Mais um trabalho classudo do fotógrafo ciberpunk Wandeclayt.

Conheça mais do trabalho de Wandeclayt aqui!

-Não conhece “Laranja Mecânica”? Leia nossa resenha! 

Campanha pra beber Moloko que queríamos ver

Pin up: Fernanda. Fotos: wandeclayt

Depois de passar por uma invasão hacker, este bloguinho quase acabou no começo de 2011. Voltamos às nossas atividades paranormais em setembro de 2011 e a audiência de outubro já TRIPLICOU. Uhu!

No meio da bagunça de republicar os posts antigos, alguns ficaram de fora e eu tive o trabalho de colocá-los no ar pra vocês. Abaixo um top 10:

1) Milo Manara: Poeta pornógrafo dos quadrinhos eróticos
2) 5 sons pioneiros do rap nacional
3) 10 bandas clássicas do heavy metal brasileiro – anos 80
4) Maiores maconheiros da ficção
5) Famosas Nuas – Poesia
6) Tempest Storm e Bettie Page – Musas Pin Ups
7) 10 músicas clássicas do rap nacional
8) 10 livros que mudaram minha vida
9) Brody Dalle – Musas Rock ‘n’ Roll
10) Melhores baixistas do heavy metal

Desenho do mestre Milo Manara

 

Kim Novak – Musas Pin Ups

Pin ups clássicas e lindas
 

Kim Novak nasceu em Chicago em 13 de fevereiro de 1933 com nome de musa – ela foi batizada como Marilyn Pauline Novak.  Aceitou mudar de nome para evitar comparações com a pin  up loira mór, mas se recusou a obedecer os estúdios de Hollywood que queriam mudar seu sobrenome checo também. E fez até greve, rebelde que era, por causa do salário que ganhava em 1957.

Mas a musa de Hitchcock em “Um corpo que cai” (Vertigo), não era só um modelo exuberante em fotos que alegravam marmanjos dos anos 50 e 60. Novak ganhou um Globo de Ouro, em 1955, de atriz revelação e outro em 1957. Em 1997  foi agraciada com o Urso de Ouro em Berlim, por conjunto da obra. Diz a lenda e a Wikipedia, que a loiraça é a musa da canção “New Age” do Velvet Undeground

-Luz Del Fuego: nudista e feminista
-Vídeo de Dita Von Teese

Wandeclayt – Pin Ups + Entrevista

Fotógrafos, designers e ilustradores são as estrelas principais da nossa seção de quinta-feira

Um pin up estilo "clássico", by wandeclayt


1)Cara, você trabalhou com eletrônica de aviação e estudou física, certo?  Como começou a fotografar?
Na verdade ainda trabalho na aviação. Sou especialista em aviônica (eletrônica embarcada) na Força Aérea. A física veio como consequência da paixão pela ciência, particularmente pela astronomia, que foi minha porta de entrada para a fotografia. Meu primeiro interesse artístico foi o desenho, seguido da pintura. As imagens de artistas fantásticos como Boris Vallejo e Frank Frazetta eram uma inspiração constante, mas interesse e inspiração não bastam. Faltava talento com o lápis e os pincéis mesmo. Com a astronomia tive um avançado contato com as técnicas de fotografia e gradualmente fui largando o desenho e migrando para a fotografia artística. Tem essa parte técnica que comecei a aprender na astrofotografia, mas muito da linguagem que hoje uso na fotografia são herança do que estudei na pintura e no desenho. Há diferença na maneira como fotógrafos e desenhistas enxergam composição, cores, luz e sombra. Acho o meu olhar mais próximo da estética do desenho que da fotografia tradicional.

2)E o projeto do Bunker Media, como surgiu? Explique a proposta do trabalho de vocês
Sempre me incomodei com a maioria dos cursos de nu ou de fotografia sensual que via sendo oferecidos. Checando o portifolio dos professores o que eu encontrava era desalentador. E não entendia como alguém com um trabalho cafona e medíocre poderia ter algo de bom para compartilhar. Achava uma coisa desonesta, feita somente para tirar dinheiro do público. Mas para manter a atitude punk do faça-você-mesmo, em vez de reclamar me uni a Roberto Bordin, um experiente fotógrafo e professor de fotografia em uma universidade da cidade e montamos a escola de fotografia e estúdio fotográfico Bunker Media.

Além de oficinas de fotografia de nu, fetiche, pin-ups e sensual oferecemos cursos básicos de fotografia e outros workshops e cursos mais direcionados. Como estúdio seguimos também essa proposta do diferencial. Não queremos concorrer com outros estúdios, queremos fazer o que eles não fazem.

A bela Fernanda no clique de wandeclayt

3)Quais são suas principais influências/referências artísticas?

Na fotografia Helmut Newton, principalmente. Mas as principais
influências vieram do cinema, da arte e dos quadrinhos. Salvador Dali, René Margritte, Dave McKean, Boris Vallejo, Hajime Sorayama. O cinema expressionta alemão, o film noir americano e a fotografia dos filmes de Ridley Scott, Alien e Blade Runner, principalmente.

4)Além de fotografar, você também toca um zine e tinha uma banda, né? Fale
um pouco sobre seus projetos paralelos.

Em 97 montei o Aire’n Terre , um projeto de música Industrial e Synthpop com Aze von Helder, um amigo em Recife. Na época eu estava no interior de São Paulo, em uma escola da Aeronáutica. Pouco depois de formar a banda vim para o Rio Grande do Sul e Aze
mudou-se para Nova York. Mas essa separação teve pouco impacto na banda. Fomos pioneiros na utilização da internet como plataforma de composição e seguimos compondo e gravando à distância. Alguns anos mais tarde incluímos mais um membro na formação. A espanhola Morella van Ingen tornou-se nossa facção européia. Mas apesar de trabalharmos em estúdio como um trio, no palco o Aire’n Terre sempre foi uma one man band (as vezes
com participações de convidados). Reduzimos nosso ritmo de produção, mas ainda sigo me apresentando. Em 2010 subi aos palcos em Santa Maria, Porto Alegre e São Paulo. Até o final do ano devo tocar em Recife também.

Desde a adolescência escuto gêneros musicais sem muito espaço na mídia. Bandas alternativas e independentes dependem de uma imprensa alternativa e independente.
Antes da explosão dos blogs, os zines eram o único canal aberto. Mas além da música, a maior parte de meus interesse também cai longe do mainstream.

O zine Overclock é onde reúno todos esses interesses, ou pelo menos os que se agrupam ao redor da estética cyberpunk: literatura, música, cinema, quadrinhos, tecnologia. E mesmo
com todas as redes sociais e ferramentas de divulgação online, continuo lançando o Overclock como um zine impresso em papel. Um blog pode funcionar para alguém que já está buscando aquela informação. Mas um zine impresso é uma excelente ferramenta para levar informação a novos alvos.

5)Você pode indicar 5 filmes pra quem quer se iniciar na estética ciberpunk?
Talvez seja mais interessante incluir as referências literárias, o verdadeiro berço do cyberpunk. Neuromancer, de William Gibson, é a obra seminal do estilo. Gibson e Bruce Sterling são os pais do cyberpunk e acho que a obra destes dois é uma excelente introdução ao gênero. Recomendo também obras de autores nacionais. “Santa Clara Poltergeist”, de Fausto Fawcett, e “Os Dias da Peste”, de Fábio Fernandes, são uma boa amostra.

6)Pra encerrar: qual é sua pin up clássica favorita?
Aqui vou com a unanimidade. Bettie Page no passado. Dita von Teese no presente. E acrescento à lista as minhas modelos Fernanda, Zombina, Lilah e Leticia

 

Lili St. Cyr – Musas Pin Up

-Bettie Page, Marilyn Monroe e outras pin ups clássicas

Oh, Lili! Nada do estilo comportado das loiras Betty Grable e Marilyn Monroe, as rainhas brancas do mundo das pin ups. Lili St Cyr era do esquadrão da morena Bettie Page e da ruiva Tempest Storm. Um furacão glacial que marcou a mente dos homens nos anos 40 e 50 com seus shows de striptease burlescos.
Nome: Willis Marie Van Schaack
Nascimento: 03/06/1918, Minneapolis – Minnesota
Morte: 29/01/1999
Atuação: atriz, stripper, dançarina, modelo

Outras Musas Pin Ups:

-Blaze Starr: Leques e plumas no mundo burlesco

-Tempest Storm: stripper até os 80 anos

-Bettie Page: a rainha S&M

Lili St Cyr in dressing room

Marilyn Monroe – Musas Pin Up

No xadrez das musas, Marilyn Monroe um dia foi a rainha branca das pin ups(a rainha negra era Bettie Page – mais ousada e mais undeground). A loiraça, capa da primeira Playboy da história, acabou ficando muito maior que esse braço do fetichismo moderno, marcado por mulheres cheias de curvas posando para fotos ingenuamente eróticas. Marilyn se tornou um ícone do cinema, estrelou filmes que figuram as listas dos melhores da história, teve casos com os homens mais influentes, inteligentes e famosos de sua época e morreu tragicamente loira linda e jovem. Se tornou, talvez, o maior ícone da feminilidade(não do feminismo, apesar das controvérsias) do século XX. Sua imagem de vestido branco esvoaçante é um das mais fortes da nossa cultura.

A jovem Marilyn na primeira edição da Playboy

As poses aqui, lembram da Marilyn pré-mito. Do tempo em que ela era um pin up, uma mulher com quem o soldado americano, o jovem adolescente ou o tiozão divorciado poderiam sonhar um dia.
Quem diria hein? Seguindo o exemplo de Bettie Page, Marilyn posa de chicotinho na mão

Blaze Starr – Musas Pin Ups

"Bate forte o tambor, eu quero e tic tic tic tic ta..."

Blaze Starr(1932) saiu de uma cidadezinha rural da Virginia – quando ainda se chamava Fannie Belle Fleming – para se tornar um dos principais nomes da história das dançarinas burlescas e pin ups. Voluptuosa, ruiva, e criativa, ela  foi pioneira na dança com leques e no uso de objetos cênicos no palco – influências que podem ser vistas no trabalho da atual diva  burlesca, Dita Von Teese. Sua marca registrada nos shows era o momento em que deitava sensualmente num sofá, que começava a soltar fumaça.(Cena vista no vídeo abaixo)
 
Starr teve um caso com o governador Earl Long – escândalo que foi um dos motivos que levariam o político a passar os últimos anos de sua vida num hospício. A história virou o filme “Blaze”(1989) com Paul Newman.  Starr também foi fotografada pela artista Diane Arbus no trabalho “Blaze Starr at home“.

-Betty Grable e a foto que imortalizou as pin ups.
-Rita Cadillac: uma pin up brasileira?

“Blaze Starr at home”: a pin up fotografada por Diane Arbus

Em 1964, a fotógrafa do lado underground do American Way of Life – Diane Arbus – clicou o ícone da dança burlesca, Blaze Starr. Ao invés da Blaze de cabelos esvoaçantes em palcos exoticamente decorados, temos a musa posando na intimidade de sua casa, observada por um poodle.

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