Pratique seu próprio final do mundo com o game ApocalipCity

Aí em cima você sente o drama do novo game da SUPERINTERESSANTE, ApocalipCity. Espécie de “anti-Farmville” nele você não tem que construir fazendinhas e casinhas. Você tem que destruir cidades controlando Tsunamis, vulcões e meteoros.

 
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“A Theory of fun for game design”, Raph Koster – Resenha

Publicado originalmente, por mim mesmo, no blog Newsgames, da @revistasuper.

Capa do livro "A Theory of Fun for Game Design"

Capa do livro “A Theory of Fun for Game Design”

– 7 livros sobre newsgames que você tem que ler

Despretensiosamente pretensioso, “A theory of fun for game design” sempre divide suas duplas de páginas entre uma de teoria, com texto tradicional, e outra com um cartoon divertido que ilustra o tema central do capítulo.  Seu autor, Raph Koster, é escritor, pesquisador e chief creative officer da Sony Online Entertainment. Em linguagem pop e fluida, Koster defende a diversão como parte fundamental do processo de aprendizado, essencial para o desenvolvimento humano.  E  jogos (que ele chega e definir como “exercícios para nossos cérebros”)  têm como ingrediente básico de sua mecânica a diversão.   Mas vale a nota: jogos usam a diversão como ferramenta de aprendizado (aprendizado aqui não se aplica só a “ir pra escola”, vai desde aprender a tocar um instrumento até aprender a dirigir um avião), mas não precisam ter a diversão como seu único fim. É aí que Koster entra na parte mais “cabeçuda do livro”: para ele está na hora dos games deixaram de ser apenas entretenimento para ganharam o status de arte. Para isso, precisam variar sua temática (ainda muito ligada às funções básicas de sobrevivência do homem primitivo) e evoluir para tratar de questões não resolvidas da condição humana. Segundo Koster, as primeiras pinturas e as primeiras narrativas também eram focadas em atividades básicas: caçar, guerrear, explorar o território. Elas se tornaram arte quando passaram a tratar de temas mais complexos e abstratos.  Para ele, arte e entretenimento não são palavras que distinguem categorias, elas distinguem a intensidade de um meio.

O livro, por enquanto, só foi publicado em inglês e pode ser encontrado na Amazon.  Ele mescla um pouco de dicas práticas de game design com teoria sobre o que é diversão, o que são jogos e por que os jogos são importantes. Tem tudo a ver com o pensamento de game designers como Jane McGonigal (que defende que games, e consequentemente a diversão, podem mudar o mundo) e Ian Bogost (quando fala sobre videogames serem vistos como arte).  E, no final das contas, consegue aplicar na prática sua teoria sobre diversão, ensinando conceitos complexos pro leitor sem deixá-lo entediado.

Veja também:
– O dia em que os gamers descobriram que podem mudar o mundo

-Darfur is Dying: Conheça o newsgames sobre a crise no Sudão

Game – Effing Worms

Quarta-feira é dia da nossa série especial sobre games alternativos/punks.

Hum… Que vontade de comer espaguete!

Bom, hoje eu caí na tentação de fugir um pouco do nosso foco principal (newsgames, serious games e joguinhos punks) para postar um game tosco e engraçado da Effing Games. Nele, você é um verme gigante que devora humanos e animais. É simples, divertido e ótimo pra quem curte filmes de terror thrash. Boa diversão!

-Seja um verme gigante e faminto!
Enfrente pagodeiros e policiais num jogo punk!

Darfur is Dying – Newsgames

Acompanhe toda quarta nossa série sobre jogos alternativos

O newsgame (jornalismo + jogo) “Darfur is Dying” foi lançado em Abril de 2006 pela Take Action Games, patrocinado pela Mtv. Sua criadora foi a universitária Susana Ruiz. O game é uma denúncia à situação de Darfur no Sudão, onde milícias têm praticado massacres e estupros em massa. O jogador encara duas fases de jogo: uma em que precisa pegar água num poço, esquivando das milícias e outra em que tem que administrar um campo de refugiados por 7 dias. A todo o momento o jogador tem um botão chamado “take a action” que o leva para uma séride de atitudes reais que ele pode tomar para protestar contra a situação do país africano.

O jogo também faz parte de uma onda de serious ou social games, que são jogos que pretendem conscientizar as pessoas de uma forma divertida.

Jogue Darfur is Dying!
-Encare um soldado brasileiro na Segunda Guerra Mundial

Game – Dropkick the Faint

Punk Brega te presenteia com mas uma séries de posts feios, sujos e malvados. Dessa vez vamos falar de games alternativos/escrotinhos. Toda semana um jogo punk, newsgame ou outra forma alternativa de se divertir com bytes.

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A banda The Faint criou um jeito original de divulgar duas músicas (“I disappear” e “Drop Kick The Punks”), em 2004: colocá-las como trilha sonora do joguinho “Dropkick The Faint“. No game, você é um punk que invade o palco e dá uma voadora por trás em cada um dos cinco membros da banda. Quanto mais longe você arremessa o cara, mais pontos você ganha.

-Mais jogos punk rock

>Merda – O jogo dos jovens

>-Mais coisinhas punks

Sensacional ideia do pessoal da gravadora Läjä Records(do Mukeka di Rato) para lançar o cd da banda Merda. Um joguinho para jovens punks felizes. Clique na foto ou aqui para jogar.

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