Machete – Trailer do novo filme sangrento de Robert Rodriguez

Esse trailer novinho e cheio de sangue não pôde pra esperar até sexta pra ser postado

Mano, eu gosto de “Sin City”, “El Mariachi” e “Balada do Pistoleiro”, então eu já esperava alguma coisa boa de um novo filme do Robert Rodriguez, mas esse trailer tá prometendo doses cavalares de sangue e mulheres machonas armadas até os dentes. O Trejo além de ator estrelou um dos jogos mais legais do PS2( Def Jam Fight) e talvez essa seja a chance de Steven Seagal estrelar um filme decente. (Tá “Força em Alerta” era legal).

Achou muito violento? Chora aqui!

-Top 5: Filmes mais violentos da história

Rita Cadillac – Musas Pin Ups

Rita Cadillac é a maior pin up do Brasil. Alguém duvida? Mesmo tendo feito carreira em ensaios sensuais, Vera Fisher, Xuxa e Sônia Braga seguiram outras carreiras de sucesso. Feiticeira e Tiazinha não duraram uma década. Algumas vedetes da era do Rádio foram esquecidas, mas, por uma série de motivos, Rita continuou. E sua carreira é relembrada agora no documentário “Rita Cadillac: A Lady do Povo”, de Toni Venturini.


Cadillac tem uma história muito parecida com a de Bettie Page – maior pin up da história. Adolescentes simples, com um corpo cheio de curvas precoces, as duas foram vítimas de violência sexual ainda jovens. Rita foi violentada pelo próprio marido. Separada e sem dinheiro, utilizou os conhecimentos das aulas de dança para estrelar shows, nos quais aprendeu com a transformista Rogéria os segredos da sensualidade. Do posto de chacrete passou a estampar pôsteres e capas de revista, de onde não saiu até hoje. Deve ser uma das pin ups com mais anos de atividade da história. A sensualidade de Rita, a princípio, era implícita. Fotos eróticas, rebolado de maiô, pornochanchadas. Foi nos anos 2000, da geração de mulheres frutas, que a veterana Lady do Povo teve que se adaptar aos novos tempos de plástico. Siliconada, gravando filmes de sexo explícito, Rita chorou.

Trailer: “Rita Cadillac, a Lady do Povo”

No currículo, a musa carrega o título de Rainha do Bumbum(o que no Brasil vale mais que o sobrenome Orleans e Bragança), os filmes “Aluga-se Moças”(assim mesmo com erro de português) “Asa Branca” e “Carandiru”, ensaios para revistas “Status” e “Sexy”, o hit thrash “É bom para o moral” e sucesso em presídios e garimpos. Uma carreira que merece admiração? Bom, merece respeito, e é respeito que a nossa pin up ganha no documentário de Toni Venturini.

>Um Homem de Moral – Trailer

>

Como cinema, “Um Homem de Moral” é um filme feio. Esteticamente sua produção lembra mais um extra de DVD do que um longa-metragem feito para o cinema. Mas a obra tem a vantagem de trazer o compositor e zoólogo Paulo Vanzolini(Nascido em São Paulo, em 25 de Abril de 1924) como (ótimo) personagem. A trilha sonora do documentário também é excelente, com as belas composições do veterano paulista cantadas por Martinho da Vila, Chico Buarque Paulinho da Viola e dezenas de outros artistas, conhecidos ou não.

Vanzolini é ao lado de Andoniran Barbosa um dos compositores mais importantes do samba paulistano. Uma pena que o diretor de “Um Homem de Moral” não explore mais as histórias saborosas que o octagenário conta como um avô que todos gostariam de ter.

Sem dúvida, não é a biografia definitiva do autor de “Ronda” e “Volta por cima”, mas já é uma homenagem merecida a esse homem cuja obra é muito mais conhecida pelo povo do que sua pessoa.

Mas não é assim que tem que ser?

-Mais trailers