Videoteca do Brega: “Eu vou Rifar meu coração”, Lindomar Castilho

A história de Lindomar Castilho é mais trágica que seus boleros e sambas-canções emotivos. Famoso por “Você é doida demais” (abertura de “Os Normais”),”Chamarada” e “Eu vou rifar meu coração”, o cantor foi condenado, em 1981, por matar a ex-mulher que cantava em cima do palco. O artista foi condenado e na prisão gravou o disco “Muralhas da Solidão”. Hoje é muito difícil encontrar vídeos antigos da sua fase áurea, mas uma parte de sua história é contada no livro (já antes recomendado) “Eu não sou cachorro não”.

Veja também:
-Ouça “Cadeira de Rodas”, de Fernando Mendes
-Ouça “Uma vida só”, de Odair José

“Violet” – Hole

Veja também:
-Courtney Love nuazinha e com cara de má
-Vídeos rock ‘n’ roll
-6 discos para começar a ouvir jazz

Violet – Letra

And the sky was made of amethyst
And all the stars look just like little fish
You should learn when to go
You should learn how to say no

Might last a day
Mine is forever
Might last a day, yeah
Mine is forever

When they get what they want
They never want it again
When they get what they want
They never want it again

Go on, take everything
Take everything, I want you to
Go on, take everything
Take everything, I want you to

And the sky was all violet
I wanna give my violet more violence
Hey, I’m the one with no soul
One above and one below

Might last a day
Mine is forever
Might last a day, yeah
Mine is forever

When they get what they want
They never want it again
When they get what they want
They never want it again

Go on, take everything
Take everything, I want you to
Go on, take everything
Take everything, I dare you to

I told you from the start
Just how this would end
When I get what I want
Then I never want it again

Go on, take everything
Take everything, I want you to
Go on, take everything
Take everything, I want you to

Spin a lie in your mind, you’re mine

Go on, take everything
Take everything, I want you to
Go on, take everything,
Take everything, I want you to
Go on, take everything
Take everything, I want you to
Go on, take everything, take everything
Take everything, take everything!

Courtney Love soltando a voz

Courtney Love soltando a voz

Vamos pro “Bailinho 50” no sábado (19/03/2011)?

Venha bailar ao som de sucessos dos anos 50 e 60, com discotecagem dos DJ’s Bruno Dias (Urbanaque) e Van Deursen(SuceÇo) + show especial das bandas Sexy Pato e Milhouse. Exposição de fotos de Wandeclayt (Pin Ups) e Maripê (Rock ‘n’ Roll) e vídeos vintage. Moços e moçoilas a caráter pagam só dez reais.

Quando Sábado (19/03) às 20h

Onde Casa Dissenso ( Rua dos Pinheiros, 747)
Quanto R$10 (com brilhantina e vestido rodado) ou R$15
Por quê? Exposição de fotos e vídeos, discotecagem e shows com repertório especial de Milhouse e Sexy Pato.

No Facebook você curte aqui:
http://www.facebook.com/event.php?eid=158988064158840

Anjos Tortos

Ontem, enxerguei os olhos da fome e fiquei louco.
Hoje, não vejo o dia, mas assisto em sufoco
O nascimento de tantos anjos tortos,
Que já nascem fadados, doentes ou mortos,
Nascem com a marca da fome talhada em seus rostos,
Só dão às suas mães despesas e desgostos
Só oferecem ao mundo a força anêmica de seus corpos,
Só oferecem as suas verdades aos porcos.

Desenterrei esse poema do meu livro imaginário “Vômito, sangue, lirismo e poemas tortos“, que escrevi entre 1997 e 2005. Foi uma das primeiras poesias razoáveis que fiz, obviamente influenciada por Drummond e sua figura do “anjo torto”.  Eu ainda morava numa quebrada em Penápolis e era um utópico militante anarquista. Apesar do tempo, ainda gosto dele.

Leia também:
-Pirâmide Social
-L.S.D.

Crumb, Terry Zwigoff

Sexta-feira: trailers, vídeos e besteirol na TV Punk Brega

Uma breve história da América – Trecho do filme “Crumb”

Esqueça a imagem de um hippie doidão chefiando a psicodélica HQ “Zap Comix” nos loucos anos 60. Crumb era um jovem feio e esquisito, espancado pelo pai (que quebrou sua clavícula quando ele era um moleque de 5 anos), criado por uma mãe viciada em anfetaminas e rodeado de dois irmãos malucos – um que se suicidaria um ano depois das gravações do filme e outro pego molestando mulheres asiáticas. Desse ambiente fantasmagórico, que se parece uma versão de comercial de margarina estrelada por zumbis é que sai o gênio dos quadrinhos Robert Crumb. E – supresa geral – um gênio dos quadrinhos de HUMOR.

Sempre me perguntei o que tinha levado o quadrinista a ilustrar o livro póstumo do Bukowski – “O Capitão saiu e os marinheiros tomaram conta do navio”. Depois de ver este documentário não restaram dúvidas. A infância dos dois, tão similar em sua série de desgraças, a arte usada como fuga, a relação complicada com as mulheres e a sensação de impotência diante delas convertida em fantasias de dominação…  A história desses dois perdedores parece uma trágica repetição.

Produzido por David Lynch e dirigido por Terry Zwigoff, “Crumb”, de 1994, detalha a infância e adolescência e escancara as taras sexuais do pai de “Fritz, the Cat” e “Mr Natural”. Sua vida em família é mostrada, suas obras analisadas por críticos e trechos dos quadrinhos expostos. Também são exibidas diversas cenas do processo de trabalho do artista que converteu o “Gênesis” para os quadrinhos.

Reconsidere seu conceito de humor negro ao ver Robert contando aos risos que seu irmão confessou ter se controlado na infância para não lhe enfiar uma faca no coração. (Isso com o irmão chapado de antidepressivos na sua frente.)

Crumb: um nerd obcecado por mulheres voluptuosas

-Mais sobre quadrinhos

Game – Dropkick the Faint

Punk Brega te presenteia com mas uma séries de posts feios, sujos e malvados. Dessa vez vamos falar de games alternativos/escrotinhos. Toda semana um jogo punk, newsgame ou outra forma alternativa de se divertir com bytes.

dropkick-the-faint-game-punk

A banda The Faint criou um jeito original de divulgar duas músicas (“I disappear” e “Drop Kick The Punks”), em 2004: colocá-las como trilha sonora do joguinho “Dropkick The Faint“. No game, você é um punk que invade o palco e dá uma voadora por trás em cada um dos cinco membros da banda. Quanto mais longe você arremessa o cara, mais pontos você ganha.

-Mais jogos punk rock

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