Jimmy Page (Led Zeppelin) adolescente tocando na televisão em 1957

Cerca de 13 anos e Jimmy Page já estava na televisão britânica treinando para ser um dos guitarristas mais fodões da história do rock/blues. Nunca tinha visto esse vídeo do molecote Page ainda distante das madeixas que o deixariam famoso no Led Zeppelin.

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Minha nova banda favorita: Surf Punks

Descobri pelo twitter do senhor João Gordo essa banda punk pop de Malibu e me apaixonei à primeira vista. As letras são engraçadas, o som é uma porrada chiclete e os vídeos são uma lindeza sem fim. Abaixo “Welcome to California”, apresentada em um programa de TV mais maluco que a banda. Os caras surgiram no final dos anos 70 e tocaram o terror pelos anos 80, num visual que me lembra muito o… TWISTED SISTER

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Criolo toca o samba “Linha de Frente” no programa Ensaio

O “Ensaio” (Tv Cultura) é um dos melhores e mais tradicionais programas musicais da televisão brasileira. Depois de registrar shows e entrevistas de Cartola, Vinícius e praticamente todo mundo que fez alguma coisa legal na música brasileira, chegou a hora dos caras gravarem esse programa com Criolo. “Linha de Frente” é o samba que fecha o hypado disco “Nó da Orelha” do rapper.

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“How Deep is Your Love?” musiquinha pra aquecer pro show do Rapture em São Paulo

Dia 25 de janeiro tem show do Rapture no Cine Jóia, em São Paulo. Pra entrar no clima dance-punk da banda, vamos assistir uma das mais grudentas do dicos novo: “How Deep is Your love?” ao vivo em Berlim.


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Adoniran Barbosa mostra o que o Bexiga tem de bom pra Elis Regina

O dueto entre o sambista e humorista Adoniran Barbosa e a melhor cantora do mundo Elis Regina em “Tiro ao Alvaro” virou clássico e todo mundo conhece. Nesse vídeo aqui a dupla manda “Iracema” e “Um Samba no Bexiga”, entre uma cerveja e outra no Bar da Carmela. O ano é 1978 e ainda tem um rolê de Adoniran apresentando o Bexiga pra Elis.

10 perguntas que a Strange Music sempre quis responder, mas ninguém teve coragem de perguntar

Preguiçoso como só esse blog pode ser, criamos essa seção de entrevistas musicais em que as bandas respondem as perguntas que sempre sonharam ouvir sair da boca de jornalistas inteligentes e informados. Preguiçoso como só esse blog pode ser, enrolamos mais de um mês pra publicar essa entrevista com o trio instrumental Strange Music que mistura três guitarras, groove e programação eletrônica. Deixemos a palavra com quem deve falar, vou pegar mais uma cerveja na geladeira e já volto.

Show da Strange Music em São Paulo


 

Vocês já pensaram em obrigar as pessoas, impondo algum tipo de ameaça, a ouvirem a música de vocês?
Penso nisso todos os dias. Quer dizer, de certa forma nós fazemos isso, mas vamos mais pelo lado da caridade. Insistimos tanto com a pessoa, que cedo ou tarde ela acaba cedendo. O problema é que demora, e isso nos cansa bastante. Estou falando de amigos, porque blogueiros, jornalistas, curadores, mecenas ou qualquer outro tipo de “guardião” não se dá ao trabalho nem de reclamar da quantidade de e-mails que mandamos, eles simplesmente ignoram.

Por que você acha que a Strange Music enfrenta essa dificuldade?
Não é exclusividade da Strange Music, sabe? Acho que qualquer banda que tenta percorrer seu caminho com as próprias pernas, ou com a ajuda de amigos passa por isso. As pessoas estão prontas para compras as ideias que já estão no ar. Elas fazem isso a todo momento quando escolhem qual água vão beber pela embalagem, por exemplo. Pouca gente está de fato disposta a descobrir coisas novas. O limite é o quanto aquilo fará com que ela pareça descolada entre os amigos. E a Strange Music tem pouco a oferecer nesse sentido. O bom é ouvir primeiro as novas indicações dos críticos e blogueiros hypes.

Juliano da Strange no dia em que a banda abriu para Lulu Santos e Frejat, em Bauru.


Mas até onde vocês gostariam de chegar com a banda?
Não queremos nada de especial, apenas poder tocar por aí sem ter que gastar dinheiro pra isso e com um certo público interessado no nosso som. Obviamente nós odiamos nossos empregos, mas até mesmo por isso preferimos manter a banda como segunda atividade, para não corrermos o risco de odiá-la também.


Nesse cenário, você não acha que a Internet é uma grande farsa e não ajuda ninguém em nada?

Concordo plenamente. Imagino que a repercussão seria maior se gravássemos centenas de CD-R e distribuíssemos por aí. O corpo a corpo e a materialização da música inserida em uma mídia talvez tivessem um apelo maior. As pessoas chegam cedo ao trabalho, abrem suas caixas de e-mail e lá está uma mensagem nossa comunicando o lançamento de uma nova música. A resposta padrão a este estímulo é apagar aquilo sem nem tomar conhecimento.

Que tal pararmos com as perguntas um pouco? 
Vamos apenas beber nossas cervejas.

Vocês bebem quando tocam?
Constantemente. Não digo que o álcool libera nosso processo criativo, ele apenas nos torna capazes de encarar nossas vidas de frente, com alguma dignidade. Tocamos, bebemos, damos risadas, tudo como deve ser. É como se estivéssemos num boteco qualquer, mas estamos num apartamento no Cambuci, intercalando nossas próprias músicas com outras diversas, que eventualmente servem para desopilar os tímpanos.

Quais outros elementos vocês gostariam de incluir no som de vocês?
Tudo o que fosse possível, mas já é tão difícil para nós três, que somos comprometidos com a banda, produzirmos regularmente, que não vejo como regularizar a participação de outras pessoas. Mas estamos totalmente abertos. Se alguém chegar dizendo que quer gravar um solo de flauta doce pra uma música nossa, ficaremos bem empolgados pra realizar o lance. Espero inclusive que isso de fato aconteça.

Obviamente vocês não se preocupam em usar vozes em todas as músicas, como as pessoas reagem a isso?
Quase sempre que mostramos o som para alguém, ouvimos algum comentário em relação às vozes. Boa parte das nossas músicas são instrumentais, e isso parece incomodar as pessoas. Às vezes parece que elas se sentem incomodados pela gente. Elas colocam como se a banda devesse sentir algum desconforto por fazer música instrumental. Quando criamos uma música, ela sai naturalmente com voz ou não.

Quais bandas vocês gostam de verdade, mas tem vergonha de admitir para parecerem cool?

Outro dia começamos a fazer uma música com sampler da Chritina Aguilera. Fora todos esses webhits como Garota na Chuva e Larica dos Molekes, que são realmente legais.

Depois que nossos numerosos leitores acabarem essa entrevista que ficarem loucos para ouvir o som de vocês, por quais 5 músicas eles devem começar?
Cada um da banda vai ter sua lista. Eu sei que o Bruno diria para não começar por Pernas, eu nunca recomendaria Country Fly e Juliano sequer aceita tocar Valsa de um Bobo nos shows. Brincadeira, às vezes ele aceita! Acho que o consenso é indicarmos as músicas mais novas. Acabamos nos apegando mais a elas. Então, eu recomendaria: Vai, Nova em Março, “Run, King, Run”, Club e 20-05. Sendo que arbitrariamente deixei de fora duas que poderiam facilmente entrar na lista: My Sweetest Enemy e Renaissance Style. Para ouvir, as mais recentes estão em nosso set do Soundcloud e as mais antigas na página da Strange Music no TramaVirtual.

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“O Dotadão deve morrer” – Ratos de Porão

O que muita gente sabe, mas pouco gente admite, é que um dos melhores discos do Ratos de Porão (e do punk rock nacional) é um disco de covers chamado “Feijoada Acidente? – Brasil”. Ele não é só um dos mais famosos do RDP (tem aquele musiquinha que você já cantou bêbado: “Nós somos a turma”) como uma das coisas mais bem produzidas no mundinho dos 3 acordes. Entre a caralhada de clássicos regravados por João Gordo, Jão e Cia, um dos melhores é esse psychobilly nervoso dos gaúchos do Cascavelletes (a banda que reunia Júpiter Maçã e Frank Jorge numa mesma formação). Poesia pura no #somdesexta.

Segue nóis no: @punk_brega!

Letra:

O dotadão arrastou
Todas as garotas
Para a casa dele
O dotadão arrastou
Todas as garotas
Para fora do bar
Hey rapazes
Esse cara deve morrer
Deve morrer
Deve morrer
Deve morrer
O dotadão arrastou
Todas as garotas
Para o carro dele
O dotadão arrastou
Todas as garotas
Para fora do bar
Hey rapazes
Esse cara deve morrer
Deve morrer
Deve morrer
Deve morrer
Todo mundo enlouquece
Sem mulher
Todo mundo enlouquece
Sem mulher

“Ramblin ‘ Rose” – Mc5

No #somdesexta da vez, a fúria do Mc5 volta a dar as caras, agora com a clássica “Ramblin ‘ Rose” ao vivo num cromaqui toscão e azul. Versão de uma música obscura de R&B, “Rambin” também foi gravada por Jerry Lee Lewis. Aqui quem canta é o guitarrista Wayne Kramer, rasgando no falsete.

Letra:
Love is like a Ramblin’ Rose
The more you feed it
The more it grows,
Ramblin’Rose, Ramblin’Rose,
Come on home

Ramblin’ Rose,
Is such a ball
Diamond rings
And a Cadillac car,
Ramblin’ Rose, Ramblin’ Rose
Come on home

Ramblin’ Rose
Ramblin’ around,
Ramblin’ Rose
I’m gonna put you down
Ramblin’ Rose, Ramblin’ Rose
Come on home

Love is like a Ramblin’ Rose
The more you feed it,
The more it grows
Ramblin’ Rose, Ramblin’ Rose
Come on home

I need a Ramblin’ Rose
Ramblin’ Rose …..

Dvorák, “New World Symphony – Part One: 4th Movement”.

Antonín Dvorák

Essa semana no #somdesexta, uma pausa no punk rock e um espaço para a música clássica de Antonín Leopold Dvořák (Nelahozeves, 8 de setembro de 1841 — Praga, 1 de maio de 1904) executada pela Dublin Philharmonic conduzida por Derek Gleeson. A sinfonia foi composta em 1892 nos Estados Unidos.

 

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